Nesse post irei falar do livro Os Homens que não amavam as mulheres do autor Sueco Stieg Larsson, e das suas duas adaptações para o cinema, a original Sueca e o ''remake'' Americano.
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Livro & Adaptações: Os Homens que não amavam as mulheres - Stieg Larsson
Nesse post irei falar do livro Os Homens que não amavam as mulheres do autor Sueco Stieg Larsson, e das suas duas adaptações para o cinema, a original Sueca e o ''remake'' Americano.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Em Cartaz: THOR

Título original: (Thor)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Kenneth Branagh
Atores: Chris Hemsworth, Natalie Portman, Stellan Skarsgard, Anthony Hopkins, Kat Dennings.
Duração: 114 min
Gênero: Aventura
Sinopse: Thor (Chris Hemsworth) estava prestes a receber o comando de Asgard das mãos de seu pai Odin (Anthony Hopkins) quando forças inimigas quebraram um acordo de paz. Disposto a se vingar do ocorrido, o jovem guerreiro desobedece as ordens do rei e quase dá início a uma nova guerra entre os reinos. Enfurecido com a atitude do filho e herdeiro, Odin retira seus poderes e o expulsa para a Terra. Lá, Thor acaba conhecendo a cientista Jane Foster (Natalie Portman) e precisa recuperar seu martelo, enquanto seu irmão Loki (Tom Hiddleston) elabora um plano para assumir o poder. Mas os guerreiros do Deus do Trovão fazem a mesma viagem para buscar o amigo e impedir que isso aconteça. Só que eles não vieram sozinhos e o inimigo está presente para uma batalha que está apenas começando. Fonte: Adoro Cinema
Depois de anos de expectativa e espera chega aos cinemas o filme do meu héroi favorito: THOR.
Desde que foi anunciado o filme do Thor que eu vivo a expectativa por ele. Depois do anúncio de que a direção ia ser de Kenneth Branagh - nosso eterno Gilderoy Lockhart, de Harry Potter e a Câmara Secreta -, do qual eu sou muito fã, minha expectativa aumentou mais ainda.
O elenco de Thor também é muito bom. Natalie Portman faz a cientista Jane Foster e a sua equipe é composta pelo Sueco Stellan Skargard, que interpreta o Erik, e Kat Dennings, que interpreta a Darcy. Os três são uma equipe muito engraçada. Na parte de Asgard (reino de Thor), Anthony Hopkins faz o Deus Odin, pai de Thor, e Tom Hiddleston (ótimo) dá vida à Loki, irmão do protagonista. Mas a escolha mais acertada foi a do Australiano Chris Hemsworth, que fez o pai do Capitão Kirk em Star Trek(2009) e que até então era desconhecido do grande público.
O filme oscila entre o reino de Asgard e a Terra. Gostei do script e das nuances engraçadas dos personagens, principalmente da Natalie. O roteiro é muito feliz e segue os quadrinhos originais, mostra claramente um guerreiro mimado que vem à terra para aprender como ser um homem de verdade. Outra coisa boa do filme são os efeitos especiais, essenciais em qualquer filme de herói, principalmente na construção de Asgard e realmente são de extrema qualidade.
Não quero entrar nos detalhes para não soltar spoiler, mas para mim é um dos melhores filmes do ano. Claro que eu sou suspeita para falar, pois como já disse THOR é o meu herói favorito, principalmente pela mitologia Nórdica envolvida na história.
No entanto, me incomodam os comentários de que o filme é fraco e que é somente uma ponte para o lançamento de Os Vingadores - que para quem não sabe é a liga da Marvel composta por THOR, Capitão América, Homem de Ferro e Hulk -. Acho que o filme tem qualidade, roteiro e não é somente um 'bom entretenimento de fim de tarde' e sim um filme de qualidade. O ruim do filme é que ele é muito curto, 'somente' duas horas.
O filme é ótimo! Tem aventura, um pouco de romance, comédia e um leve toque Shakesperiano. Recomendadíssimo.
Trailer:
sábado, 25 de dezembro de 2010
Dica de Cinema: RED

Título Original: Red
Lançamento: 2010 (Canada, EUA)
Direção: Robert Schwentke
Elenco: Bruce Willis, Karl Urban, Helen Mirren, Morgan Freeman e Jonh Malkovich
Duração: 111 min
Gênero: Ação
Feliz Natal!!!Bem nada melhor do que passar o feriado assitindo um bom filme, e tenho uma ótima dica para vocês que inclui muita ação, espionagem e aposentados(hein?). Estou falando do filme RED - Aposentados e perigosos.
RED conta a história de Frank Moses um agente da CIA aposentado e que tenta levar uma vida normal seu passatempo é conversar com sua agente da pensão Sarah pela qual tem certo interesse, porém sua casa é metralhada e Frank percebe que está sendo procurado. Ele rapta Sarah e os dois juntos tentar descobrir quem está por trás dos assasinatos de ex agentes da CIA junto com seus companheiros Joe,Marvin e Victoria.
A primeira coisa a se pontuar nesse filme é o elenco estrelado: Bruce Willis como Frank Moses, Hellen Mirren como Victoria, Morgan Freeman como Joe e Jonh Malkovich como Marvin, temos ai dois vencedores do Oscar e atores de alta qualidade.Os personagens são muito bons principalmente o Frank que é um super agente durão mas que por dentro é super sensível, mas meu personagem favorito é Marvin, sim eu sou muito fã de Jonh Malkovich, mas no filme ele é muito louco(louco mesmo) e super engraçado com suas manias de perseguição e paixão por armas, temos também William Cooper( Karl Urban) que persegue o Frank por todo o filme e a Sarah (Mary-Louise Parker) que não sabe atirar em ninguém mas é muito esperta.
O roteiro é baseado nos quadrinhos de Warren Ellis e Curly Hamner, mas segundos os próprios criadores o roteiro está bem diferente do que o quadrinho, para quem qiser conferir o volume único do quadrinho já está a venda por aqui e é baratinho.
O filme tem muita ação e é um prato cheio para os fãs do gênero, com muitas cenas legais e algumas tristes também , mas é legal ver como a trama vai sendo construida, só não gostei de algumas partes antes do fim do filme, achei que a razão para tudo um pouco sem fundamento. Mas o final é bem engraçado, mesmo o quadrinho sendo um volume único eu adoraria que tivesse uma continuação.
RED está ai para mostrar que os aposentados podem sim voltar ao mercado.Ótima pedida para o feriado.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Dica de Cinema: Alice no País das Maravilhas

Titulo Original: Alice in Wonderland;
Direção: Tim Burton;
Ano: 2010;
Duração: 108 min;
Elenco: Johnny Deep, Helena Bohan Carter, Anne Hathaway,Mia Wasikowska;
Gênero: Aventura.
Quando descobri que a Disney faria um novo filme sobre Alice, o clássico livro de Lewis Carol, eu surtei, pois eu amo o livro e o filme em animação que foi produzido pelo próprio Walt Disney em 1951, e fiquei na espectativa. Porém quando descobri que a direção seria de Tim Burton fiquei mais animada ainda para assistir a visão Burton de Alice. Esperei quase três anos por esse filme e quando finalmente ele saiu no cinema, não tive a oportunidade de vê-lo. Depois de tanto adiar enfim o dia chegou e posso lhes garantir que Tim, como sempre, não me decepcionou.
Nesse filme Alice não é uma menina de sete anos e sim uma mulher adulta que está a beira de um casamento arranjado e que tem nos seus sonhos as memórias dos momentos que ela viveu no País das Maravilhas, porém a mesma não acredita que seja real. No dia em que é pedida em casamento ela acaba seguindo novamente o Coelho Branco e chegando no País das Maravilhas, onde ela é esperada. Os seus antigos companheiros precisam da sua ajuda para vencer a Rainha de Copas e devolver o reinado para a Rainha Branca.
O filme é maravilhosamente construído, a direção de arte é magistral nesse filme, os cenários e os efeitos são de primeira qualidade, principalmente o efeito da cabeça maior no corpo da Rainha de Copas. Uma coisa a ser pontuada é que muito da caracterização dos personagens segue os desenhos originais do livro, quem já viu a edição comentada de Alice pode conferir os desenhos. A trilha sonora também é divina, alternando os momentos fortes e suaves do filme e é claro ficou a cargo de Danny Elfman (adoro) que é parceiro de Burton em várias produções.
O elenco, bem, esse nem tenho muito o que falar, começando pela dupla Johnny Deep (óbvio) e Helena Boham Carter (diva) que fazem respectivamente o Chapeleiro Louco e a Rainha de Copas. Quem é fã ou assistiu pelo menos dois filmes de Tim Burton sabe que esses dois são parte do elenco em qualquer filme dele. Temos no elenco Mia Wasikowska que faz Alice, Anne Hathaway que faz a Rainha Branca - a irmã boa da Rainha de Copas e verdadeira rainha do País das Maravilhas. Os outros personagens são feitos em computação gráfica, mas por trás deles temos grandes vozes, Michael Sheen que dubla o Coelho Branco, Matt Lucas que faz os gêmeos Tweedledee e Tweedledum, Sthephen Fry que dubla Cheshire (aprendi a falar o nome direito o/) e é claro meu muso Alan Rickman que dubla a Larva Azul (aquela que fala "Quem es tu?").
Tim Burton, como em qualquer filme seu, deixa sua marca e em Alice não é diferente, ele tem a magia de reinventar qualquer história e deixá-la como se fosse uma idéia original, ele é um gênio moderno e faz que seus filmes, muitas vezes escuros ou meio góticos, se tornarem populares, como aconteceu com Alice e muitos outros. Não sei se é porque ele gosta de trabalhar com seus amigos e sua mulher, mas os filmes dele trazem sua marca registrada (Sim eu sou muito fã dele).
Alice de Tim Burton, podemos dizer assim, continuou o que Walt Disney fez há mais de cinquenta anos ao trazer pela primeira vez para a tela a história de Alice no País das Maravilhas. Tim Burton brilhantemente continuou essa história fazendo com que mais pessoas consigam se paixonar pelo País das Maravilhas.
Vamos seguir o Coelho Branco?
Rumo ao Globo de Ouro e quem sabe o Oscar.
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Adaptação,
Cinema,
Tim Burton
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Em Cartaz: A Rede Social
Sinopse: Em uma noite de outono, em 2003, graduado em Harvard e gênio em programação de computadores Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg) se senta em seu computador e começa a trabalhar em uma nova ideia. No furor dos blogs e programação, o que começa em seu quarto logo se torna uma rede social global e uma revolução na comunicação. Em apenas seis anos e 500 milhões de amigos mais tarde, Mark Zuckerberg é o mais jovem bilionário da história... Mas para este empresário, o sucesso traz complicações pessoais e legais.Ficha Técnica:
Título Original: The social Network
Gênero: Drama
Duração: 121 minutos
Direção: David Fincher
Elenco: Jesse Eisenberg; Andrew Garfield; Justin Timberlake; Armie Harmmer; Brenda Song; Max Minghella; etc.
Distribuidora: Sony Pictures Entertainment / Columbia Pictures
Baseado na obra de Ben Mezrich, "Bilionários por Acaso – a Criação do Facebook", o filme conta a história por trás do surgimento do Facebook, ao mesmo tempo em que trata dos problemas e consequências que a nova geração virtual tem que lidar.
Apesar das controvérsias acerca da veracidade ou não das informações contidas no filme - Mark Zuckerberg afirma que o filme é uma ficção - não há como sair do cinema sem aquela sensação de que muita coisa ali deve realmente ter acontecido.
O filme começa com um diálogo intenso entre Zuckerberg (Jesse Eisenberg) e Erica Albright (Rooney Mara). E este vai ser um dos pontos altos e marcantes de todo o filme: diálogos extremamente bem construídos, daqueles que te fazem prender a respiração e não querer piscar os olhos para não perder nada.
Isso porque Zuckerberg foi retratado como uma pessoa que pensa e fala rápido demais, (quem sabe se ele é realmente assim na vida real) trava discussões inteligentes, muitas vezes com termos bastante técnicos que só serão realmente capazes de entender os gênios da informática. Os demais - como eu - apenas conseguirão absorver a compreensão geral de suas ideias - o que já é suficiente para entender o filme - de maneira que nem adianta ficar tentando quebrar demais a cabeça, eu lhes garanto, isso não é necessário!
Mas apesar desses diálogos, as reações e a maneira de falar de Zuckerberg são sempre as mesmas, com arrogância e calma. Vocês perceberão que em momento algum ele se altera, chega a ser irritante, agonizante, até você se acostumar. E aqui eu tenho que dar palmas a Jesse Eisenberg. Se eu tinha lá minhas dúvidas quanto a esse menino que não me impressionava muito, tive que tirar o chapéu para ele nesse filme!! Ele construiu um personagem de forma que chega a perfeição, e nada menos!!
Voltando a história, o filme alterna - sem avisos - entre presente e passado. Vemos todo o contexto a partir do qual surgiu a ideia de criação do Facebook - tudo começou depois do pé na bunda que Zuckerberg levou da Erica Albright no começo do filme -; intercalando com as sessões de conciliação entre Zuckeberg e seu ex-melhor amigo e co-criador do Facebook, o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), bem como com as sessões de conciliação entre os gêmeos Winklevoss (Armie Hammer) e seu sócio, em face de Zuckerberg e Eduardo.
E aqui mais uma vez é preciso destacar atuação de dois atores que também deram um show a parte no filme: Andrew Garfield, que interpretou o melhor amigo traído de Mark Zuckerberg, o brasileiro co-criador do Facebook Eduardo Saverin; e Armie Hammer, o qual interpretou Tyler e Cameron Winklevoss, dois gêmeos filhinhos de papai, com personalidades distintas, que acreditam que a ideia originária do Facebook é deles. Eu juro que durante o filme até achei que eles eram gêmeos de verdade de tão boa que foi a atuação....huahauhauahauahuahauahua.
Este é tipo do filme que o seu forte é o roteiro, os diálogos e os personagens, uma história tão bem construída que te prende de uma forma que você não precisa nem de romance, nem de bombas explodindo para tanto. É um filme inteligente. Além de um deleite para a geração nerd, que com certeza vai se sentir em casa.
Daí a importância do filme ter tratado, dentro da história principal, de problemas graves que surgiram juntamente com esse boom da internet, principalmente dos blogs e das redes sociais. Dentre tais problemas, o que recebeu maior destaque foi o bullying virtual, uma prática que, como a maioria deve saber, não é tão nova assim, mas que vem tomando uma nova roupagem e uma maior abrangência e relevância com a expansão dos blogs e das redes sociais.
Este, como é possível perceber, é um filme que é um verdadeiro prato cheio para os amantes da internet, e para aqueles que estavam com saudades de um filme inteligente e bem construído. Não é a toa que vem sendo aclamado pela crítica, recebendo ao todo seis indicações aos Critics' Choice Awards 2011 (Globo de Ouro 2011). Não deixem de conferir nos cinemas.
Vejam o trailer:
Apesar das controvérsias acerca da veracidade ou não das informações contidas no filme - Mark Zuckerberg afirma que o filme é uma ficção - não há como sair do cinema sem aquela sensação de que muita coisa ali deve realmente ter acontecido.
O filme começa com um diálogo intenso entre Zuckerberg (Jesse Eisenberg) e Erica Albright (Rooney Mara). E este vai ser um dos pontos altos e marcantes de todo o filme: diálogos extremamente bem construídos, daqueles que te fazem prender a respiração e não querer piscar os olhos para não perder nada.
Isso porque Zuckerberg foi retratado como uma pessoa que pensa e fala rápido demais, (quem sabe se ele é realmente assim na vida real) trava discussões inteligentes, muitas vezes com termos bastante técnicos que só serão realmente capazes de entender os gênios da informática. Os demais - como eu - apenas conseguirão absorver a compreensão geral de suas ideias - o que já é suficiente para entender o filme - de maneira que nem adianta ficar tentando quebrar demais a cabeça, eu lhes garanto, isso não é necessário!
Mas apesar desses diálogos, as reações e a maneira de falar de Zuckerberg são sempre as mesmas, com arrogância e calma. Vocês perceberão que em momento algum ele se altera, chega a ser irritante, agonizante, até você se acostumar. E aqui eu tenho que dar palmas a Jesse Eisenberg. Se eu tinha lá minhas dúvidas quanto a esse menino que não me impressionava muito, tive que tirar o chapéu para ele nesse filme!! Ele construiu um personagem de forma que chega a perfeição, e nada menos!!
Voltando a história, o filme alterna - sem avisos - entre presente e passado. Vemos todo o contexto a partir do qual surgiu a ideia de criação do Facebook - tudo começou depois do pé na bunda que Zuckerberg levou da Erica Albright no começo do filme -; intercalando com as sessões de conciliação entre Zuckeberg e seu ex-melhor amigo e co-criador do Facebook, o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), bem como com as sessões de conciliação entre os gêmeos Winklevoss (Armie Hammer) e seu sócio, em face de Zuckerberg e Eduardo.
E aqui mais uma vez é preciso destacar atuação de dois atores que também deram um show a parte no filme: Andrew Garfield, que interpretou o melhor amigo traído de Mark Zuckerberg, o brasileiro co-criador do Facebook Eduardo Saverin; e Armie Hammer, o qual interpretou Tyler e Cameron Winklevoss, dois gêmeos filhinhos de papai, com personalidades distintas, que acreditam que a ideia originária do Facebook é deles. Eu juro que durante o filme até achei que eles eram gêmeos de verdade de tão boa que foi a atuação....huahauhauahauahuahauahua.
Este é tipo do filme que o seu forte é o roteiro, os diálogos e os personagens, uma história tão bem construída que te prende de uma forma que você não precisa nem de romance, nem de bombas explodindo para tanto. É um filme inteligente. Além de um deleite para a geração nerd, que com certeza vai se sentir em casa.
Daí a importância do filme ter tratado, dentro da história principal, de problemas graves que surgiram juntamente com esse boom da internet, principalmente dos blogs e das redes sociais. Dentre tais problemas, o que recebeu maior destaque foi o bullying virtual, uma prática que, como a maioria deve saber, não é tão nova assim, mas que vem tomando uma nova roupagem e uma maior abrangência e relevância com a expansão dos blogs e das redes sociais.
Este, como é possível perceber, é um filme que é um verdadeiro prato cheio para os amantes da internet, e para aqueles que estavam com saudades de um filme inteligente e bem construído. Não é a toa que vem sendo aclamado pela crítica, recebendo ao todo seis indicações aos Critics' Choice Awards 2011 (Globo de Ouro 2011). Não deixem de conferir nos cinemas.
Vejam o trailer:
Uma típica geminiana (apesar de não acreditar mto nessas coisas) que fala demais, se empolga demais, ama demais, odeia demais, muda de opinião demais...enfim, intensa!
domingo, 12 de dezembro de 2010
Em Cartaz As Crônicas de Nárnia : A Viagem do Peregrino da Alvorada
Bom dia!!! Ontem mesmo tendo que estudar para as provas finais Sinopse do filme feita por mim mesma
Lucia e Edmundo estão de férias na casa dos tios, enquanto seus pais viajam com Suzana para os EUA e Pedro está na faculdade (e tem que aguentar o seu insuportável primo Eustáquio). De repente um quadro na parede começa a se mexer e eles vão novamente para Nárnia, a bordo do Peregrino da Alvorada na companhia do Rei Caspian e do valente rato Ripchip, onde eles vão em uma busca pelos mares de Nárnia.
Vou falar agora o que achei do filme, contem spoilers.
No filme temos apenas dois irmãos Pevensie em Nárnia, quem assistiu o Príncipe Caspian deve saber o por quê. Temos uma Lúcia na pré-adolecência que tem um complexo com a beleza por causa da sua irmã Suzana e um Edmundo que quer se alistar no exército (experiência ele tem de sobra) e conhecemos um novo personagem, o primo deles Eustáquio, que não gosta da presença dos primos e tem uma tendencia de se achar superior aos outros.
O roteiro segue o fluxo do livro mas quem leu vai sentir que faltou muita coisa, quem não leu deve ter sentido um vácuo no fim do filme. A adaptação ficou a desejar pois a história tomou um rumo estranho, foram feitas algumas mudanças que eu achei desnecessárias, e no fim a verdadeira história contada no livro não existiu. Outra parte suprimida ou pouco explorada foi a ilha de Ramandu. Primeira coisa: não aparece o Ramandu. Poxa, a ilha é do cara e nem colocam ele no filme. Segunda coisa: a aparição de Lilliandil, que no livro é um pouco maior, no filme Caspian nem olha direito pra ela. Vou fazer um post só falando das diferenças entre o livro e o filme na coluna Livro X Filme. Se vocês ainda me aguentarem falando de Nárnia.
O elenco é o mesmo dos outros filmes: Liam Neeson como Aslam, Simon Pegg como Ripchip, Ben Barnes como Caspian, Georgie Henley como Lúcia, Skandar Keynes como Edmundo e o novato Will Pouter como Eustáquio. Li uma crítica que dizia que Nárnia tinha personagens insuportáveis, não concordo, quando li os livros achei Eustáquio chato, mas no filme apesar do temperamento ser o mesmo, o ator é muito feliz na atuação e você até tira umas risadas da cara dele. Amei Eustáquio.
Aqui vai o meu momento revolta do filme: Para que colocar a feiticeira branca de novo??????????? Meu Deus essa mulher já morreu no primeiro filme mas ainda colocam ela no roteiro mesmo não tendo mais nada a ver. Eu sei que a Tilda Swinton é diva e é otimo ver ela nos filmes, mas esse negócio dela com Edmundo já deu o que tinha que dar, o relacionamento deles acabou, ele nem gosta mais de manjar turco. Recado para os produtores que eles não vão ler é claro: Querem um filme só para a Feiticeira Branca?? Simples, façam um filme de O Sobrinho do Mago.
Bem na teoria esse é o último filme da série das Crônicas de Nárnia, já que para quem viu ou leu sabe que o volume seguinte A Cadeira de Prata o único personagem que retorna é Eustáquio, mesmo o personagem ter sofrido uma redenção no fim, acredito que não seja o bastante para que seja filmado a sequência chora rios de lagrimas eu quero continuação .
Minha relação com os livros dessa série é muito forte, sou uma fã incondicional dos livros e dos filmes também, já que foi por causa do primeiro filme que quis ler os livros, mas sou muito realista quando se trata de industria cinematográfica.
Quando o filme acabou me veio uma sensação de vazio, saber que acabou é triste. O fim com Ripchip indo para o país de Aslam me fez chorar e ainda mais a despedida de Edmundo e Lucia, é como se eu tivesse ido embora junto com eles e nunca mais pudesse encontrar Nárnia.
Por Aslam, por Nárnia!!!!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Dica de Cinema: O Homem que Fazia Chover
Olá, pessoas! A dica de cinema deste domingo é para aqueles que já riram com piadas de advogados. Nunca escutou uma? Então aí vai um exemplo: “Certo dia estavam dois homens caminhando por um cemitério quando depararam-se com uma sepultura recente. Na lápide lia-se: 'Aqui jaz um homem honesto e advogado competente'. Ao terminar a leitura um virou-se para o outro e disse: - Desde quando estão enterrando duas pessoas juntas na mesma cova?” Quando você vir esse filme... bem, você vai rir mais um pouco.
“O homem que fazia chover” (The Rainmaker) é baseado no livro homônimo do americano John Grisham, um ex-político e advogado aposentado, famoso por escrever livros que giram em torno do tema da advocacia, principalmente no confronto entre jovens advogados com sede de justiça e grandes firmas corruptas e manipuladoras do sistema.
E esta é justamente a base de The Rainmaker. O recém-formado advogado Rudy Baylor (o ainda jovem Matt Damon) consegue um emprego no escritório de advocacia do fraudulento Bruiser Stone (interpretado por um Mickey Rourke ainda pouco “plastificado”) e tem como primeiro trabalho um tumultuoso caso contra uma grande empresa de seguros que é defendida por uma grande (e cara) equipe de advogados, liderada pelo tarimbado Leo Drummond (o ainda coroa enxuto Jon Voight).
Baylor recebe a ajuda do assistente/estagiário/faz-tudo de Bruiser, Deck Shifflet (o incrível Danny DeVito), que se torna o seu “mentor” nas artes das trevas da advocacia. Shifflet é especialista em casos contra seguros e também em aliciamento de clientes e reprovações no Exame de Ordem (já foi reprovado 6 vezes!).
Em uma de suas aulas de aliciamento de clientes em hospitais, Baylor conhece Kelly Riker (Claire Danes), uma jovem que apanha constantemente do marido, mas que tem medo de se divorciar. Baylor logo se apaixona e decide protegê-la, iniciando assim um romance bem conturbado.
E é assim que ele parte pra batalha judicial de sua vida: com uma equipe defasada e a vida pessoal bem atribulada. Para piora a situação ele se afeiçoa a seus clientes, o que deixa o trabalho ainda mais difícil, pois envolve questões delicadas de vida ou morte – o pobre casal não consegue obter de uma companhia de seguros a quantia suficiente para realizar a cirurgia do filho - o menino tem leucemia e precisa de um transplante de medula óssea para voltar a ter uma vida normal.
As chances de Rudy são praticamente nulas, até que ele encontra uma pista de corrupção que pode levá-lo à única possibilidade de ganhar a causa: descobrindo e expondo a verdade.
O bom desse filme é que ele mostra que podem existir bons e maus advogados, mas que é tudo questão de sobrevivência nesse sistema judicial tão falho - onde quer que seja. A justiça nem sempre é o desejo de todos e existe sempre aquele que usa o Direito para fazer valer seus interesses. E Grisham é bem realista quanto a isso e é assim, com uma visão BEM realista das coisas, que ele termina essa história.
Vale lembrar que no Brasil as causas cíveis não funcionam da maneira mostrada no filme – aqui, as idéias são discutidas no papel, no processo, quem resolve a causa é o juiz e não um júri (este somente entra em cena quando há crimes dolosos contra a vida, ou seja, matéria penal e bem restrita), e que não usamos precedentes como base de argumentação, mas sim a lei. Mas isso não quer dizer que não haja manipulação no sistema, infelizmente.
Voltando ao filme. Ele foi dirigido pelo ganhador do Oscar Francis Ford Coppola, que conseguiu tirar ótimas interpretações de todos os atores. A única coisa ruim é que ele deixou o filme um pouco devagar. Algumas cenas desnecessárias e outras demoradas demais desviam constantemente o foco do clima de pressão que o protagonista está sofrendo.
Porém, a fotografia é espetacular. As cenas no tribunal são magistrais, todas parecendo uma pintura digna de se pendurar na sala. E o figurino também é digno de menção. Todos os advogados da seguradora com seus ternos impecáveis e Rudy com um único traje - prestem atenção que ele passa a maior parte do filme com uma gravata só (azul escura com bolinhas brancas) -, além de Shifflet estar sempre amarrotado.
Apesar dos pesares, “O homem que fazia chover” é um bom filme. E para quem é da área é uma ótima aula de punitive damages. Vale a pena ver, nem que seja pra ficar com mais raiva ou ter pena de nós, pobres advogados...hehehe
Bem, fica aí a dica.
John Grisham teve vários de seus livros transformados em filmes, como por exemplo, “A Firma”, “O Dossiê Pelicano”, “O Júri” e “Tempo de Matar” e todos são nesse estilo. Pra quem busca um presente de amigo secreto nesta época de confraternizações de Natal, tanto os livros como os filmes são uma boa compra, principalmente se seu amigo trabalhar com Direito.
E pra quem gosta de séries jurídicas, indico Justiça sem Limite (FOX), Law and Order e The Good Wife (Universal Channel).
Bom fim de semana!!
“O homem que fazia chover” (The Rainmaker) é baseado no livro homônimo do americano John Grisham, um ex-político e advogado aposentado, famoso por escrever livros que giram em torno do tema da advocacia, principalmente no confronto entre jovens advogados com sede de justiça e grandes firmas corruptas e manipuladoras do sistema.
E esta é justamente a base de The Rainmaker. O recém-formado advogado Rudy Baylor (o ainda jovem Matt Damon) consegue um emprego no escritório de advocacia do fraudulento Bruiser Stone (interpretado por um Mickey Rourke ainda pouco “plastificado”) e tem como primeiro trabalho um tumultuoso caso contra uma grande empresa de seguros que é defendida por uma grande (e cara) equipe de advogados, liderada pelo tarimbado Leo Drummond (o ainda coroa enxuto Jon Voight).
Baylor recebe a ajuda do assistente/estagiário/faz-tudo de Bruiser, Deck Shifflet (o incrível Danny DeVito), que se torna o seu “mentor” nas artes das trevas da advocacia. Shifflet é especialista em casos contra seguros e também em aliciamento de clientes e reprovações no Exame de Ordem (já foi reprovado 6 vezes!).
Em uma de suas aulas de aliciamento de clientes em hospitais, Baylor conhece Kelly Riker (Claire Danes), uma jovem que apanha constantemente do marido, mas que tem medo de se divorciar. Baylor logo se apaixona e decide protegê-la, iniciando assim um romance bem conturbado.
E é assim que ele parte pra batalha judicial de sua vida: com uma equipe defasada e a vida pessoal bem atribulada. Para piora a situação ele se afeiçoa a seus clientes, o que deixa o trabalho ainda mais difícil, pois envolve questões delicadas de vida ou morte – o pobre casal não consegue obter de uma companhia de seguros a quantia suficiente para realizar a cirurgia do filho - o menino tem leucemia e precisa de um transplante de medula óssea para voltar a ter uma vida normal.
As chances de Rudy são praticamente nulas, até que ele encontra uma pista de corrupção que pode levá-lo à única possibilidade de ganhar a causa: descobrindo e expondo a verdade.
O bom desse filme é que ele mostra que podem existir bons e maus advogados, mas que é tudo questão de sobrevivência nesse sistema judicial tão falho - onde quer que seja. A justiça nem sempre é o desejo de todos e existe sempre aquele que usa o Direito para fazer valer seus interesses. E Grisham é bem realista quanto a isso e é assim, com uma visão BEM realista das coisas, que ele termina essa história.
Vale lembrar que no Brasil as causas cíveis não funcionam da maneira mostrada no filme – aqui, as idéias são discutidas no papel, no processo, quem resolve a causa é o juiz e não um júri (este somente entra em cena quando há crimes dolosos contra a vida, ou seja, matéria penal e bem restrita), e que não usamos precedentes como base de argumentação, mas sim a lei. Mas isso não quer dizer que não haja manipulação no sistema, infelizmente.
Voltando ao filme. Ele foi dirigido pelo ganhador do Oscar Francis Ford Coppola, que conseguiu tirar ótimas interpretações de todos os atores. A única coisa ruim é que ele deixou o filme um pouco devagar. Algumas cenas desnecessárias e outras demoradas demais desviam constantemente o foco do clima de pressão que o protagonista está sofrendo.
Porém, a fotografia é espetacular. As cenas no tribunal são magistrais, todas parecendo uma pintura digna de se pendurar na sala. E o figurino também é digno de menção. Todos os advogados da seguradora com seus ternos impecáveis e Rudy com um único traje - prestem atenção que ele passa a maior parte do filme com uma gravata só (azul escura com bolinhas brancas) -, além de Shifflet estar sempre amarrotado.
Apesar dos pesares, “O homem que fazia chover” é um bom filme. E para quem é da área é uma ótima aula de punitive damages. Vale a pena ver, nem que seja pra ficar com mais raiva ou ter pena de nós, pobres advogados...hehehe
Bem, fica aí a dica.
John Grisham teve vários de seus livros transformados em filmes, como por exemplo, “A Firma”, “O Dossiê Pelicano”, “O Júri” e “Tempo de Matar” e todos são nesse estilo. Pra quem busca um presente de amigo secreto nesta época de confraternizações de Natal, tanto os livros como os filmes são uma boa compra, principalmente se seu amigo trabalhar com Direito.
E pra quem gosta de séries jurídicas, indico Justiça sem Limite (FOX), Law and Order e The Good Wife (Universal Channel).
Bom fim de semana!!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Dica de cinema: A Onda
O filme é baseado no ensaio “The Third Wave”, escrito pelo professor de história Ron Jones, o qual conta sua experiência na Cubberley High School, California, em 1967. Então, é baseado em fatos reais! Lembrem-se: aquilo realmente aconteceu. E é por isso que o filme é tão interessante. Não é uma idéia fantasiosa – como os próprios personagens pensavam no início do filme -, mas uma questão a se pensar e refletir. Bem, já enrolei muito, vamos ao ponto.
A Onda (originalmente, Die Welle) é um filme alemão, de 2008, que trata basicamente sobre a possibilidade de retorno de regimes ditatoriais na Alemanha atual. Mas é claramente uma metáfora, que não vale só para a Alemanha – lembrem que o Brasil é uma democracia há apenas 22 aninhos.
Bem, o filme se passa numa escola de ensino médio alemã na semana em que ocorre um projeto para ensinar aos alunos os benefícios da democracia. Para isso, os professores devem mostrar aos alunos os outros tipos de regime de governo, como, por exemplo, a anarquia e a autocracia. E foi justamente esta última que ficou a cargo do professor Rainer Wegner, um simpatizante da ideologia anarquista, que a contragosto teve que ensinar autocracia a ter sido seu tema “roubado” por outro professor.
Conversando com os alunos e vendo a total descrença deles na possibilidade de regressão ao regime ditatorial, por acharem que o povo já não mais permitiria tal grau de manipulação de massas, resolve fazer uma experiência: aquele grupo viveria naque
O que parece ótimo no começo, já que as personalidades fracas de cada um deles evoluíram pela ajuda e força do grupo, ao fim da semana já está fora de controle. E o pior: poucas pessoas percebem isso. Atos de vandalismo, discriminação e intimidação aos não simpatizantes são causados pela Onda, mas nada é controlado. Os garotos já estão tão organizados ao ponto de não reconhecer o quanto foram manipulados e quão manipuladores e excludentes se tornaram.
O Sr. Wegner é avisado do tamanho da contaminação, mas, inebriado pelo poder que adquiriu na última semana, não toma as providências a tempo. E essa demora traz conseqüências assustadoras e trágicas para todos os envolvidos.
Esse filme foi feito para televisão e, adicionando-se o fato de ser alemão, não recebeu grande publicidade aqui no Brasil. Contudo, vale muito a pena vê-lo. Foi muito bem dirigido, as atuações foram ótimas e o roteiro é amarrado e surpreendente. A idéia de volta de uma contaminação fascista na sociedade ocidental do século XXI é passada de forma muito realista e convincente, o que pode até assustar um pouco, mas com certeza vai fazer surgir um debate quando o filme acabar.
Bom fim de feriadão a todos!
sábado, 9 de outubro de 2010
Livro x Filme : As Crônicas de Nárnia Pt. I
Oi!Vou começar uma nova sessão no blog chamada Livro versus Filme. Nele eu vou fazer a comparação entre os dois e dar minha opinião de qual é o melhor ou se é perfeita combinação entre livro e filme.
O primeiro que vou fazer é de uma série de 3 posts sobre os filmes baseados na série As Crônicas de Nárnia. E vou começar pelo Primeiro filme lançado em 2005 chamado As Crônicas de Nárnia:O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa, baseado no primeiro/segundo livro da série explicarei depois .Vou tentar conter os spoilers, mas acho que muita gente já viu pelo menos o filme. Já passou na Globo umas 600 vezes!
O livro:
Essas são as capas originais
As Crônicas de Nárnia é uma série de livros ‘infantis’ escritos pelo Irlandes C.S Lewis, renomado professor de Oxford e Cambridge. O primeiro livro lançado por ele em 1950 e foi As Crônicas de Nárnia:O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa, porém hoje em dia a ordem em que são dispostas os livros segue uma ordem cronológica. Vou explicar:
Ordem de lançamento:
1° As Crônicas de Nárnia: O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa 1950
2° As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian 1951
3°As Crônicas de Nárnia: A viagem do peregrino da Alvorada 1952
4 As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata 1953
5°As Crônicas de Nárnia: O Cavalo e seu Menino 1954
6° As Crônicas de Nárnia:O Sobrinho do Mago1955
7° As Crônicas de Nárnia:A última Batalha 1956
Ordem Cronológica
1°As Crônicas de Nárnia:O Sobrinho do Mago
2°As Crônicas de Nárnia: O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa
3°As Crônicas de Nárnia: O Cavalo e seu Menino
4° As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian
5°As Crônicas de Nárnia: A viagem do peregrino da Alvorada
6°As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata
7°As Crônicas de Nárnia:A última Batalha
Na minha opinião a ordem cronológica se torna mais fácil para entender a história, principalmente por causa de O sobrinho do Mago que é o meu livro favorito por muitas razões que não vou descrever aqui.
Falando de O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa a história é focada nos irmãos Pevensie :Lucy, Edmund, Peter e Suzan, que durante a segunda guerra, são mandados para o campo por sua Mãe devido aos ataques aéreos. Eles vão para a casa do Professor Kirke, uma grande casa com muito espaço para brincarem, e nessas brincadeiras pela casa Lucy acaba descobrindo um mundo novo dentro de um Guarda-Roupa, Nárnia. E nele ela e seus irmãos vão descobrir que são os destinados a livrar Nárnia do longo reinado de gelo da Feiticeira Branca, com a ajuda do mais poderoso ser de Nárnia: Aslam.
O Filme:

Antes do filme da Disney ser lançado em 2005, as Crônicas de Nárnia já tinham sido adaptadas para o teatro, rádio e televisão, a BBC adaptou o livro para a televisão e ganhou um Emmy. Acredito, porém que muita gente só conheceu os livros a partir do filme da Disney, que pra mim tem muitos pontos positivos.
A direção ficou a cargo de Andrew Adamson que também é produtor dos outros dois filmes.O elenco também foi escolhido a dedo,para os papéis dos irmãos Pevensie foram feitos testes para novos atores e todos foram muito bem escolhidos e o melhor todos vem do nosso querido Reino Unido, outra característica do filme é ter em seu elenco muitos atores ingleses. Outros destaques são: Liam Neeson que faz a voz de Aslam, que, diga-se de passagem, que efeitos especiais maravilhosos para aquele Leão. James McAvoy como o Sr.Tumnus ,Jim Broadbent como o Professor Kirke e claro como não falar da maravilhosa Tilda Swinton como Jadis ou mais conhecida como Feiticeira Branca.
Temos também que dar créditos a direção de arte,que fez de todos os detalhes do cenário ficarem com a cara do livro, a maquiagem e o figurino principalmente da Feiticeira são lindos, também gosto bastante da fotografia e de como a luz muda ao longo do filme.
O filme foi um grande sucesso e arrecadou se não me engano mais de 700 milhões de bilheteria. E também foi indicado a três Oscars de Melhor Maquiagem, Mixagem de Som e Efeitos Especiais, ganhou de Melhor Maquiagem.
Livro x Filme
A primeira impressão do filme é muito boa: efeitos Especiais, um mundo novo, guerras e um Leão que fala. Mas temos sempre aquela impressão que o livro é melhor e que nunca um filme é bem adaptado para o cinema, como aconteceu com vários livros que vou citar no futuro.
Mas sinto muito decepcioná-lo, pois o filme O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa tem uma fidelidade ao livro rara de se ver em uma adaptação.Nada se perde na história, não fica nenhum fio solto e você se pergunta WTF? Claro que o filme assim como o livro tem coisas não explicadas, exemplos: Como um guarda roupa leva a Nárnia? Como o professor Kirke sabia sobre Nárnia? Como surgiu Nárnia? Se você como eu tem muitas dessas perguntas é simples leia O Sobrinho do Mago. Fica a Dica.
Enfim, para finalizar, para mim a adaptação é PERFEITA.
Eu vou fazer mais dois posts do Livro x Filme como falei no começo, sobre O Príncipe Caspian e quando lançar em 01/12/2010, sobre A viagem do peregrino da Alvorada.
O que acharam? Concordam?Discordam?Comentem!!!!
Mais uma coisa: Gentes vão tirar o livro As Crônicas de Nárnia dos + vou ler do Skoob. Leiam!!!Vale muito à pena. . .
O livro:
As Crônicas de Nárnia é uma série de livros ‘infantis’ escritos pelo Irlandes C.S Lewis, renomado professor de Oxford e Cambridge. O primeiro livro lançado por ele em 1950 e foi As Crônicas de Nárnia:O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa, porém hoje em dia a ordem em que são dispostas os livros segue uma ordem cronológica. Vou explicar:
Ordem de lançamento:
1° As Crônicas de Nárnia: O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa 1950
2° As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian 1951
3°As Crônicas de Nárnia: A viagem do peregrino da Alvorada 1952
4 As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata 1953
5°As Crônicas de Nárnia: O Cavalo e seu Menino 1954
6° As Crônicas de Nárnia:O Sobrinho do Mago1955
7° As Crônicas de Nárnia:A última Batalha 1956
Ordem Cronológica
1°As Crônicas de Nárnia:O Sobrinho do Mago
2°As Crônicas de Nárnia: O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa
3°As Crônicas de Nárnia: O Cavalo e seu Menino
4° As Crônicas de Nárnia: O Príncipe Caspian
5°As Crônicas de Nárnia: A viagem do peregrino da Alvorada
6°As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata
7°As Crônicas de Nárnia:A última Batalha
Na minha opinião a ordem cronológica se torna mais fácil para entender a história, principalmente por causa de O sobrinho do Mago que é o meu livro favorito por muitas razões que não vou descrever aqui.
Falando de O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa a história é focada nos irmãos Pevensie :Lucy, Edmund, Peter e Suzan, que durante a segunda guerra, são mandados para o campo por sua Mãe devido aos ataques aéreos. Eles vão para a casa do Professor Kirke, uma grande casa com muito espaço para brincarem, e nessas brincadeiras pela casa Lucy acaba descobrindo um mundo novo dentro de um Guarda-Roupa, Nárnia. E nele ela e seus irmãos vão descobrir que são os destinados a livrar Nárnia do longo reinado de gelo da Feiticeira Branca, com a ajuda do mais poderoso ser de Nárnia: Aslam.
O Filme:

Antes do filme da Disney ser lançado em 2005, as Crônicas de Nárnia já tinham sido adaptadas para o teatro, rádio e televisão, a BBC adaptou o livro para a televisão e ganhou um Emmy. Acredito, porém que muita gente só conheceu os livros a partir do filme da Disney, que pra mim tem muitos pontos positivos.
A direção ficou a cargo de Andrew Adamson que também é produtor dos outros dois filmes.O elenco também foi escolhido a dedo,para os papéis dos irmãos Pevensie foram feitos testes para novos atores e todos foram muito bem escolhidos e o melhor todos vem do nosso querido Reino Unido, outra característica do filme é ter em seu elenco muitos atores ingleses. Outros destaques são: Liam Neeson que faz a voz de Aslam, que, diga-se de passagem, que efeitos especiais maravilhosos para aquele Leão. James McAvoy como o Sr.Tumnus ,Jim Broadbent como o Professor Kirke e claro como não falar da maravilhosa Tilda Swinton como Jadis ou mais conhecida como Feiticeira Branca.
Temos também que dar créditos a direção de arte,que fez de todos os detalhes do cenário ficarem com a cara do livro, a maquiagem e o figurino principalmente da Feiticeira são lindos, também gosto bastante da fotografia e de como a luz muda ao longo do filme.
O filme foi um grande sucesso e arrecadou se não me engano mais de 700 milhões de bilheteria. E também foi indicado a três Oscars de Melhor Maquiagem, Mixagem de Som e Efeitos Especiais, ganhou de Melhor Maquiagem.
Livro x Filme
A primeira impressão do filme é muito boa: efeitos Especiais, um mundo novo, guerras e um Leão que fala. Mas temos sempre aquela impressão que o livro é melhor e que nunca um filme é bem adaptado para o cinema, como aconteceu com vários livros que vou citar no futuro.
Mas sinto muito decepcioná-lo, pois o filme O Leão , A feiticeira e o Guarda-Roupa tem uma fidelidade ao livro rara de se ver em uma adaptação.Nada se perde na história, não fica nenhum fio solto e você se pergunta WTF? Claro que o filme assim como o livro tem coisas não explicadas, exemplos: Como um guarda roupa leva a Nárnia? Como o professor Kirke sabia sobre Nárnia? Como surgiu Nárnia? Se você como eu tem muitas dessas perguntas é simples leia O Sobrinho do Mago. Fica a Dica.
Enfim, para finalizar, para mim a adaptação é PERFEITA.
Eu vou fazer mais dois posts do Livro x Filme como falei no começo, sobre O Príncipe Caspian e quando lançar em 01/12/2010, sobre A viagem do peregrino da Alvorada.
O que acharam? Concordam?Discordam?Comentem!!!!
Mais uma coisa: Gentes vão tirar o livro As Crônicas de Nárnia dos + vou ler do Skoob. Leiam!!!Vale muito à pena. . .
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