segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Filme: Intocáveis
Diretor: Olivier Nakache, Eric Toledano
Elenco: François Cluzet, Omar Sy, Anne Le Ny, Audrey Fleurot, Clotilde Mollet, Alba Gaïa Kraghede Bellugi, Cyrril Mendy, Christian Ameri
Produção: Nicolas Duval-Adassovsky, Laurent Zeitoun, Yann Zenou
Roteiro: Olivier Nakache, Eric Toledano
Fotografia: Mathieu Vadepied
Trilha Sonora: Ludovico Einaudi
Duração: 112 min.
País: França
Sinopse: Philippe, um refinado multimilionário tetraplégico francês, precisa de um auxiliar de enfermagem para o auxiliar nas suas atividades rotineiras.
O contratado é Driss, um senegalês que vive nos subúrbios de Paris, que acaba de cumprir uma pena de seis meses de prisão e que não tem qualquer formação para o cargo
sábado, 10 de dezembro de 2011
Em Cartaz: Os Muppets
Gênero:Comédia, Família, Musical
Direção:James Bobin
Roteiro:Jason Segel, Nicholas Stoll
Atores: Jason Segel, Amy Adams, Chris Cooper.
Duração: 98 minutos
Sinopse: Walter é o maior fã dos Muppets e viaja a Los Angeles ao lado do seu irmão Gary e a namorada dele Mary. O trio descobre que Tex Richman deseja destruir o Muppet Theatre, para explorar o petróleo recém descoberto no local. Para salvar o local o trio ajuda Caco a reunir mais uma vez os Muppets, para que todos realizem um grande programa de TV que possibilite a arrecadação de US$ 10 milhões.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Conheça o Diretor - David Fincher
Olá! Faz muito tempo que não faço a coluna Conheça o Diretor, mas volto com um dos melhores diretores do cinema americano atual, conheça David Fincher.
sábado, 6 de agosto de 2011
Em Cartaz: Capitão América - O Primeiro Vingador

Título Original: Capitain America - The First Avenger
Duração: 124 minutos
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Christopher Markus; Stephen McFeely e Joss Whedon
Elenco: Chris Evans; Hugo Weaving; Tommy Lee Jones; Stanley Tucci; Dominic Cooper; Sebastian Stan; Hayley Atwell
Trilha Sonora: Michael Giacchino
Fotografia: Shelly Johnson
Distribuidora: Paramount Pictures / UIP
Olá, pessoal!!! Hoje teremos uma crítica dupla do filme "Capitão América - O Primeiro Vingador"!! A minha opinião (Carol) estará em roxo e a da Virgínia em rosa. Vamos lá?!
Uma típica geminiana (apesar de não acreditar mto nessas coisas) que fala demais, se empolga demais, ama demais, odeia demais, muda de opinião demais...enfim, intensa!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Em Cartaz: O Casamento do Meu Ex (The Romantics)

Uma típica geminiana (apesar de não acreditar mto nessas coisas) que fala demais, se empolga demais, ama demais, odeia demais, muda de opinião demais...enfim, intensa!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Em Cartaz: Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2

Uma típica geminiana (apesar de não acreditar mto nessas coisas) que fala demais, se empolga demais, ama demais, odeia demais, muda de opinião demais...enfim, intensa!
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Em Cartaz: X-Men Primeira Classe

sexta-feira, 15 de abril de 2011
Em Cartaz: Pânico 4
Sinopse: Sidney Prescott (Neve Campbell) está de volta a sua cidade natal, Woodsboro, onde sobreviveu a uma série de terríveis assassinatos. Uma vez lá, ela reencontra o xerife Dewey (David Arquette) e a jornalista Gale (Courteney Cox), agora casados, e também a prima Jill (Emma Roberts). Mas enquanto a cidade comemorava o aniversário dos crimes, novos assassinatos começam a acontecer e o retorno de Ghostface, o assassino da máscara, parece ser uma nova realidade para a cidade que novamente entra em pânico.Fonte: Adoro Cinema
Ficha Técnica
Título Original: Scream 4
Direção: Wes Craven
Roteiro: Kevin Williamson
Gênero: Terror
Duração: 110 minutos
Fui ao cinema esperando levar muitos sustos e dar boas gargalhadas, e eis que foi o que aconteceu. Wes Craven soube construir uma continuação que, ao mesmo tempo em que desenvolve a estória, também brinca e ridiculariza a própria franquia.
Em algumas cenas do filme parece até que estamos vendo "Todo Mundo Em Pânico"!! Pode-se dizer que o filme está mais para um suspense-comédia-sátira do que para terror em si.
Os momentos de suspense incluem, além daquelas cenas de filmes de terror bem clichês (que são altamente previsíveis, mas que ainda assim dão bons sustos, quando não risos...rsrsrsrs), novos parâmetros, novas regras. Constantemente somos lembrados no filme que as regras do assassino mudaram, ele usa as originais ao mesmo tempo que as reinventa, contudo, como bem lembra a nossa heroína, Sidney: "Não f** com o original"!!
Além disso, Pânico 4 está recheado de referências aos filmes de terror...criticando e satirizando, inclusive, as refilmagens de grandes clássicos que não terminaram tão bem!!
Adicione a tudo isso, ainda, a visão bastante clara e crítica que Wes Craven trouxe da juventude atual, como tudo está conectado através da internet, supervalorizando a necessidade de ser visto e amado, de possuir uma imagem que todos conheçam e adorem...a internet é a bola de vez para aqueles que almejam a fama!
Assim, se você é fã da franquia não pode perder! Fica a dica!
Trailer:
Uma típica geminiana (apesar de não acreditar mto nessas coisas) que fala demais, se empolga demais, ama demais, odeia demais, muda de opinião demais...enfim, intensa!
sábado, 2 de abril de 2011
Dica de Filme: Cantando na Chuva

Título original: (Singin'in the Rain)
Lançamento: 1952 (EUA)
Direção: Gene Kelly, Stanley Donen
Atores: Gene Kelly, Donald O'Connor, Debbie Reynolds, Jean Hagen, Rita Moreno
Duração: 118 min
Gênero: Musical
Hoje vou falar de um dos meus gêneros de filme favoritos: Musicais.
Nada melhor do que começar com o melhor musical de todos os tempos: Cantando na Chuva.
A trilha sonora inesquecível de Nacio Herb Brown e do gênio da MGM na época, Arthur Freed, faz desse filme incrível ainda mais mágico e te faz cantarolar as canções a toda hora.Cantando na chuva é até hoje um dos filmes mais lembrados quando falamos de musicais, tendo várias referências como no filme Laranja Mecânica, no filme o Profissional e mais recente no seriado Glee, no qual foi refeita a cena de Maken' Laugh e também um mash-up entre Singin'in the Rain e Umbrella, ambos muito bons.
Trailer:
Nota:
Dedico essa resenha para minha irmã Vitória que, quando veio passar férias comigo, ficou viciada no filme, assim como eu, e assitimos juntas várias vezes.
Bom sábado. =D
segunda-feira, 28 de março de 2011
Em Cartaz: Sucker Punch - Mundo Surreal

Ficha Técnica:
Título Original: Sucker Punch
Surreal! Eis a palavra perfeita para descrever esse filme! Nele, tudo é possível...então, se você não é fã de filmes de ficção onde a fantasia e o impossível rolam soltos é melhor fugir!
Uma típica geminiana (apesar de não acreditar mto nessas coisas) que fala demais, se empolga demais, ama demais, odeia demais, muda de opinião demais...enfim, intensa!
sábado, 19 de março de 2011
Dica de Filme: Pecados íntimos
Título original: (Little Children);
Lançamento: 2006 (EUA);
Direção:Todd Field;
Atores: Kate Winslet, Patrick Wilson, Jennifer Connelly, Jackie Earle Haley;
Duração: 130 min;
Gênero: Drama;
O roteiro de Pecados Íntimos é baseado no livro Best-Seller Little Children de Tom Perrotta, que foi publicado no Brasil como Criancinhas. Que titulo horrível e nada a ver.domingo, 13 de março de 2011
Em cartaz: Bruna Surfistinha
Olá, pessoas! Hoje a crítica é de um dos filmes mais aguardados do semestre: Bruna Surfistinha. Vamos à sinopse: Raquel (Deborah Secco) era uma jovem da classe média paulistana que tinha uma relação difícil com a família e não se enturmava muito com o pessoal do colégio. Um dia ela tomou a decisão de fugir de casa e virar garota de programa para nunca mais depender financeiramente de ninguém. Virou então a Bruna Surfistinha e foi subindo na “carreira”, ganhando destaque (e clientes) ao contar suas aventuras profissionais num blog. Porém, a riqueza inicialmente pretendida foi ficando cada vez mais longe por causa do envolvimento com drogas e dos gastos desenfreados que vão levando-a a derrocada.
Esse filme foi baseado no livro “O doce veneno do escorpião”, escrito pela própria Raquel Pacheco, conta com a direção de Marcus Baldini, roteiro de Antonia Pelegrinno, Homero Olivetto e José Carvalho, e, além de Deborah Secco no papel principal, tem no elenco Drica Moraes, Cássio Gabus Mendes, Fabíula Nascimento, Cristina Lago e Guta Ruiz, dentre outros.
Bem, antes de qualquer coisa, tenho que deixar registrados os meus parabéns à Deborah Secco. Realmente esse foi o papel da sua vida. Ela conseguiu construir a personagem e transmitir com clareza ao espectador a mudança de adolescente de classe média à prostituta deslumbrada e depois drogada decadente. Deborah mostrou porque é uma atriz respeitada e com certeza é o destaque desta película. Aliás, todos os atores coadjuvantes também estão muito bons. A protagonista teve um ótimo elenco de apoio e acho que isso contribuiu para abrilhantar anda mais sua atuação.
Outro destaque é a trilha sonora. Marcada pela ótima escolha de músicas, a trilha consegue acompanhar aquilo que está sendo passado na tela, desde solidão e tristeza até alegria frenética. A música ‘fake plastic trees’ do Radiohead caiu como uma luva. Valeu à pena deixarem a banda assistir ao filme antes de todo mundo para conseguir incluí-la na trilha.
Entretanto, “Bruna Susfistinha” não é um bom filme. A história não é bem amarrada, deixa algumas tramas infindas ou mal explicadas e algumas seqüências são meio forçadas. O diretor dá claros sinais de inexperiência em longas-metragens, pois se demora em determinados detalhes sem precisão e enche o filme com cenas inúteis. Só no finalzinho (quando ela está prestes a ter a overdose) ele dá sinais de melhora, mas aí já se passaram quase 2h de filme, cujo final mesmo é bem decepcionante.
Pelo que li de comentários sobre o filme, ele não tem muita coisa a ver com o que Pacheco escreveu em “O doce veneno do escorpião”. Então, não seria um filme baseado, mas sim, inspirado na história da Bruna Surfistinha. Infelizmente, não li o livro pra contestar essa informação. Quem leu, por favor, escreva nos comentários sua impressão.
Bem, pessoal, é isso. O filme não é nada demais. Como disse, o destaque é a atuação de Deborah Secco. Mas não posso negar que ele é totalmente despido de preconceitos sobre prostitutas – o filme foi conduzido de forma imparcial e tenho que dar esse ponto ao diretor. No fim, é um “leve” entretenimento para adultos (as cenas de sexo e uso de drogas não são nada implícitas).
Para ver o trailer clique aqui.
Bom domingo para todos!
sábado, 12 de março de 2011
Livro x Filme : Dan Brown
O Código DaVinci
O Livro O Filme

Adaptação:
Anjos e Demônios
O LivroO Filme

Adaptação:
Bom sábado para vocês.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Em Cartaz: Jogo de Poder (Fair Game)
Sinopse: Baseado nas memórias de Valerie Plame, uma agente da CIA que teve sua carreira destruída. Valerie foi a responsável por conduzir a investigação sobre a existência de armas de destruição em massa no Iraque, para justificar a invasão americana ao país. Após seu marido, o diplomata Joe Wilson, escrever um editorial para o The New York Times, sua vida e de seus contatos é colocada em extremo perigo.Ficha Técnica:
Direção: Doug Liman;
Roteiro: Jez Butterworth e John Henry Butterworth;
Duração: 104 minutos;
Gênero: Drama;
Elenco:Naomi Watts, Sean Penn, Ty Burrell, Bruce McGill, David Andrews, etc.
Distribuidora: Summit Entertainment (EUA) / Paris Filmes (Brasil).
Para aqueles que acompanharam de longe o ocorrido à época (a notícia percorreu todos os jornais ao redor do mundo, inclusive aqui no Brasil), finalmente é possível ter uma visão clara de tudo o que ocorreu naquela ocasião, segundo o ponto de vista de Valerie e de seu marido Joseph Wilson, é importante ressaltar.
Este é o tipo de filme que agrada aqueles que adoram um drama envolvendo conspiração (que é o meu caso), aliado a uma boa dose de jogos políticos, os quais resultam numa degradação da imagem do governo Bush, principalmente no que concerne a guerra contra o Iraque.
Mas não esperem algo cheio de ação, pois o foco do filme é o drama pelo qual Valerie e sua família passaram, bem como os aspectos políticos do escândalo que foi a divulgação da verdadeira identidade daquela.
Ainda sobre o filme em si, as atuações de Naomi Watts, Sean Penn e David Andrews deram um ar de realidade ainda maior ao filme com suas ótimas interpretações!
Para os curiosos de plantão (como eu), ou mesmo para quem quiser se aprofundar no ocorrido, vocês podem visualizar o depoimento completo de Valerie no youtube, em quatro partes: parte 1 ; parte 2 ; parte 3 ; parte 4. E o próprio site americano do filme contém muito material da época, desde artigos de jornais a vídeos, para conferir, basta clicar AQUI.
Trailer:
Bom filme! =D
Uma típica geminiana (apesar de não acreditar mto nessas coisas) que fala demais, se empolga demais, ama demais, odeia demais, muda de opinião demais...enfim, intensa!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Em Cartaz: Burlesque
Olá, queridos leitores! Hoje a crítica é sobre o novo filme da diva-mor Cher: Burlesque. No cartaz tem escrito ”É preciso uma lenda para criar uma estrela”, frase que resume bem esta tão aguardada película
"Burlesque" gira em torno de Ali (Christina Aguilera), uma garota do interior ciente do tamanho do talento que possui e que resolve ir para Los Angeles em busca de uma vida melhor. Ali chegando encontra uma boate burlesca e se encanta. Então, decide “se convidar” para trabalhar lá, inicialmente como garçonete, mas aproveita uma chance e consegue o tão sonhado emprego de dançarina da boate, cuja dona é ninguém menos que Tess (Cher), uma cantora veterana apaixonada pela arte burlesca e por sua boate. O clube está passando por graves problemas financeiros e Tess vê em Ali uma chance de fugir da falência e passa, então, a investir no talento dela, transformando-a na nova estrela do show.
O filme conta ainda com as participações de Eric Dane (Mark “McSteamy” Sloan, de Grey’s Anatomy), Kristen Bell (Veronica Mars, de V.Mars), Peter Gallagher (Sandy Cohen, de The O.C.), Cam Gigandet (Kevin Volchok, de The O.C.; James, de Crepúsculo) – tem muito ator de série nesse filme! -, Alan Cumming (Pee Wee Herman) e Stanley Tucci.
Esse filme foi anunciado como a estréia de Aguilera como atriz e a volta de Cher aos cinemas. Por ser ambientado num ambiente burlesco, pensei que seria uma coisa mais adulta, mais espetacular, mais performática, contudo, no fim, a primeira coisa que pensei foi “Chris deveria continuar cantando e Cher deveria ter escolhido melhor sua reestréia”. Daí me lembrei de olhar a faixa etária que lhe foi atribuída: 12 anos. Estava explicado: ele foi feito para ser um filme família.
Olhando sob esse prisma, “Burlesque” é um bom filme para aquilo que ele se propõe, ou seja, entreter. Realmente é um ótimo entretenimento. As apresentações das meninas na boate foram muito bem feitas, com ótimas coreografias e todas muito bem executadas, além de termos a certeza de que as vozes de Christina e Cher nunca decepcionam - e realmente não decepcionaram. O problema está no roteiro e nas interpretações.
Acho que Cher se viu no meio de várias pessoas inexperientes e não se esforçou muito – quem já viu outros filmes com ela sabe que ela pode fazer melhor. Além disso, ela não recebeu o destaque que deveria durante o filme. Ela só fez duas míseras apresentações! Excelentes apresentações, mas só foram duas! Fiquei com a sensação que a diva serviu mais de escada que de protagonista, infelizmente.
E outra: Stanley Tucci estava fazendo o mesmo personagem que fez em "O Diabo veste Prada". Assistente/amigo gay da chefa que ajuda a novata a melhorar seu desempenho e sair da obscuridade. Eu estava vendo a hora alguém errar e chamar ele de Nigel. Juro! (Ah, o nome dele em Burlesque é Sean). Também fiquei com a sensação de que ele não rendeu o que poderia render.
O roteiro está focado na personagem de Christina Aguilera, que como atriz é uma extraordinária cantora. Não me entendam mal. Ela não foi tão ruim para a primeira vez – foi até melhor que muita gente por aí (vide Britney Spears em Crossroads. Melhor, NÃO vejam.). É que é notável que ela se sente mais à vontade nos palcos do que na tela. Aliás, quem vê Aguilera em sua atual figura se surpreende com suas performances - parecia a jovem e magrinha pop star do início da carreira. Quando sobe no palco do clube pra cantar, ela brilha de uma forma hipnotizante, tanto que você fica o filme todo torcendo para que ela pare de falar e cante! E o melhor de tudo é que esse estilo de música cai muito bem no seu tom e estilo de cantar (ela já tinha experimentado algo parecido quando lançou o ótimo single CandyMan - não sei porque ela agora inventou de imitar Lady Gaga no atual disco Bionic.... Tá. Momento fã acabou. ;p)
Ah, vale aqui uma observação: Burlesque NÃO é um musical. É apenas um filme com apresentações musicais. Seria até melhor que fosse um musical – os talentos das protagonistas seriam bem melhor aproveitados -, mas infelizmente não o é. Não entendi porque o classificaram assim, mas está mais para drama que para musical. Enfim, voltando à crítica.
A história central realmente é bem clichê – e não se nota nenhuma tentativa de fugir dele. Quem assistiu a Show Bar (com Tyra Banks e Piper Perabo) vai sentir uma leve, digo, pesada semelhança. A novidade é o tema burlesco, que agora já não é mais tão novidade assim, né? Se esse filme tivesse sido lançado há três ou quatro anos, aí sim! E esse foi um erro de timming imperdoável, já que o diretor/roteirista Steven Antin é IRMÃO de Robin Antin, simplesmente a dona das Pussycat Dolls, trupe de dançarinas que popularizou o estilo burlesco e que fez grande sucesso com músicas pop sensuais e teve milhares de discos vendidos ao redor do mundo – isso tudo quatro anos atrás. Não conhece as Pussycats? Clique aqui e veja a música que as fez estourar (Don’t Cha) e aqui pra ver a participação que elas fizeram no filme As Panteras Detonando.
Apesar dos pesares, como disse antes, é um ótimo entretenimento. O erro foi meu de ter ido assisti-lo com uma expectativa equivocada. Com certeza você vai sair do cinema rindo, leve e com vontade de aprender a dançar. No final das contas vale a pena assistir sim. Para ver o trailer clique aqui.
É isso, pessoal. Bom domingo!!
Retrospectiva 2017
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