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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Filme: Intocáveis





Diretor: Olivier Nakache, Eric Toledano
Elenco: François Cluzet, Omar Sy, Anne Le Ny, Audrey Fleurot, Clotilde Mollet, Alba Gaïa Kraghede Bellugi, Cyrril Mendy, Christian Ameri
Produção: Nicolas Duval-Adassovsky, Laurent Zeitoun, Yann Zenou
Roteiro: Olivier Nakache, Eric Toledano
Fotografia: Mathieu Vadepied
Trilha Sonora: Ludovico Einaudi
Duração: 112 min.
País: França




Sinopse: Philippe, um refinado multimilionário tetraplégico francês, precisa de um auxiliar de enfermagem para o auxiliar nas suas atividades rotineiras.
O contratado é Driss, um senegalês que vive nos subúrbios de Paris, que acaba de cumprir uma pena de seis meses de prisão e que não tem qualquer formação para o cargo

sábado, 10 de dezembro de 2011

Em Cartaz: Os Muppets

Título Original: The Muppets
Gênero:Comédia, Família, Musical
Direção:James Bobin
Roteiro:Jason Segel, Nicholas Stoll
Atores: Jason Segel, Amy Adams, Chris Cooper.
Duração: 98 minutos







Sinopse: Walter é o maior fã dos Muppets e viaja a Los Angeles ao lado do seu irmão Gary e a namorada dele Mary. O trio descobre que Tex Richman deseja destruir o Muppet Theatre, para explorar o petróleo recém descoberto no local. Para salvar o local o trio ajuda Caco a reunir mais uma vez os Muppets, para que todos realizem um grande programa de TV que possibilite a arrecadação de US$ 10 milhões.


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Conheça o Diretor - David Fincher


Olá! Faz muito tempo que não faço a coluna Conheça o Diretor, mas volto com um dos melhores diretores do cinema americano atual, conheça David Fincher.


sábado, 6 de agosto de 2011

Em Cartaz: Capitão América - O Primeiro Vingador








Título Original: Capitain America - The First Avenger
Duração: 124 minutos
Direção: Joe Johnston
Roteiro: Christopher Markus; Stephen McFeely e Joss Whedon
Elenco: Chris Evans; Hugo Weaving; Tommy Lee Jones; Stanley Tucci; Dominic Cooper; Sebastian Stan; Hayley Atwell
Trilha Sonora: Michael Giacchino
Fotografia: Shelly Johnson
Distribuidora: Paramount Pictures / UIP

Sinopse: 2ª Guerra Mundial. Steve Rogers (Chris Evans) é um jovem que aceitou ser voluntário em uma série de experiências que visam criar o supersoldado americano. Os militares conseguem transformá-lo em uma arma humana, mas logo percebem que o supersoldado é valioso demais para pôr em risco na luta contra os nazistas. Desta forma, Rogers é usado como uma celebridade do exército, marcando presença em paradas realizadas pela Europa no intuito de levantar a estima dos combatentes. Para tanto passa a usar uma vestimenta com as cores da bandeira dos Estados Unidos, azul, branca e vermelha. Só que um plano nazista faz com que Rogers entre em ação e assuma a alcunha de Capitão América, usando seus dons para combatê-los em plenas trincheiras da guerra.
Fonte.

Olá, pessoal!!! Hoje teremos uma crítica dupla do filme "Capitão América - O Primeiro Vingador"!! A minha opinião (Carol) estará em roxo e a da Virgínia em rosa. Vamos lá?!

terça-feira, 26 de julho de 2011

Em Cartaz: O Casamento do Meu Ex (The Romantics)










Título Original: The Romantics
Duração: 95 minutos
Direção: Galt Niederhoffer
Roteiro: Galt Niederhoffer
Elenco: Katie Holmes; Anna Paquin; Josh Duhamel; Adam Brody; Elijah Wood; Malin Akerman; Rebecca Lawrence; etc.
Distribuidoras: Paramount e Paris Filmes
Gênero: Comédia Romântica / Drama

Sinopse: Ao longo de uma noite barulhenta, sete amigos da faculdade se reúnem para o casamento de dois deles. Laura (Katie Holmes), a dama de honra e Lila (Anna Paquin), a noiva, há muito tempo rivalizaram o noivo, Tom (Josh Duhamel). Amizades e alianças são testadas enquanto a história do triângulo amoroso vem à tona na véspera do casamento, quando as amigas bêbadas abrem o jogo... sem o noivo. Baseado no romance de Galt Niederhoffer, que também assina o roteiro e a direção, é uma comédia romântica sobre o amor, a amizade e todas essas coisas complicadas da juventude. Baseado no romance da produtora, roteirista e diretora Galt Niederhoffer, O Casamento do Meu Ex é uma história de amor engraçada, que dá um novo fôlego ao gênero, capturando o valor mais importantes dos jovens: a amizade.

Heeeello, pessoal!! Trago hoje para vocês a crítica de um filme que assisti nesse fim de semana e ele me deixou tão...intrigada, que decidi compartilhar com vocês minha opinião.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Em Cartaz: Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2








Título Original: Harry Potter and the Deathly Hallows - Part 2.
Duração: 130 minutos
Direção: David Yates
Roteiro: Steve Kloves, baseado no livro de J. K. Rowling
Elenco: Daniel Radcliffe; Emma Watson; Rupert Grint; etc.
Trilha Sonora: Alexander Desplat
Produção: J. K. Rowling; David Barron; David Heyman
Distribuidora: Warner Bros.

Olá, pessoal!! Boa tarde!!

Ontem, assim como milhares de fãs, às 23:55, fui ao cinema assistir à (pré)-estreia de Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2 e, é claro, não poderia de compartilhar com vocês esta experiência!

Foram meses de espera para assistir ao último filme da saga de Harry Potter - e mais horas de espera na fila - os quais, na minha opinião, valeram a pena a esperar! Quando penso no filme, as palavras que me vem a mente são: ÉPICO, MARAVILHOSO, ESPETACULAR!! *O*

Daqui para frente farei minha crítica sem reservas, ou seja, vocês encontrarão abaixo SPOILERS do filme. Portanto, se você ainda não viu o filme e não quer saber de spoilers, PARE AGORA! Contudo, se você não se incomoda, pode continuar e compartilhar esta experiência comigo. Para aqueles que já viram o filme, desde já peço a vocês que manifestem-se a vontade nos comentários....quero MUITO saber o que vocês acharam e o que vocês sentiram ao ver o filme...compartilhem suas experiências!!!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Em Cartaz: X-Men Primeira Classe






Título original: (X-Men: First Class)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Matthew Vaughn
Atores: James McAvoy, Michael Fassbender, Kevin Bacon, January Jones.
Duração: 132 min
Gênero: Aventura


Não é novidade para ninguém que amo filme baseados em quadrinhos, principalmente os heróis da Marvel. Porém quando foi anunciado dois anos atrás que teria outro filme do X-Men, fiquei com receio, já que X-Men Origem Wolverine foi um fracasso pensei que esse filme seguiria o mesmo caminho.

Primeira coisa sobre esse filme: o roteiro. Não posso afirmar que ele seja adaptado dos quadrinhos mas ele é diretamente relacionado aos filmes anteriores, ele traz uma história ambientada nos anos 60, onde os EUA está prestes de entrar numa guerra nuclear com a extinta União Soviética. A edição do filme mescla alguns pronunciamentos do então Presidente Kennedy.

O filme mostra a história da amizade entre Charles Xavier (Professor X) e Eric Lensherr (Magneto) e como eles formaram a primeira classe de mutantes, mostra como o Professor X ficou paraplégico, o porque Eric é a favor da superioridade dos Mutantes, e quem inventou o capacete do Magneto, o Cérebro e de onde vem a mansão Xavier.

Os personagens de X-Men Primeira Classe são ótimos e o elenco foi bem escolhido, James McAvoy está maravilhoso como Charles, porém quem rouba a cena é Michael Fassbender que faz o Eric, numa interpretação que é muito parecida com a de Ian McKellen nos filmes originais, também temos Jennifer Lawrence que faz a Mistica, já falei que essa menina persegue os filmes que vou assistir, mas que pela primeira vez ela não me incomodou e até achei que ela trabalhou bem no personagem. Outra coisa magnifica do filme é que conta a história do Hank McCoy, o Fera, um dos meus mutantes favoritos, fora os outros mutantes que são recrutados, que eu nunca vi antes e que não aparecem em nenhum dos outros filmes.

O vilão do filme é Sebastian Shaw, que planeja a guerra nuclear para tomar o poder do mundo, ele é muito bem interpretado por Kevin Bacon, que é o único ator que eu prefiro ver de vilão e que combina com esse tipo de papel. Ele está muito charmoso e sarcástico do jeito que eu gosto; Junto com ele temos Emma Frost (January Jones) que é uma mutante com poderes incríveis. Temos muitos personagens nesse filme não dá para falar de todos.

A direção é de Matthew Vaughn, que dirigiu o ótimo Kick-Ass, que fez uma direção muito parecida com a de Brian Singer que foi o diretor de X-Men e X-Men 2. Outra coisa que adorei é que ele tem participação de dois atores que fizeram os primeiros filmes, não vou contar quem são, você terá que assistir.

X-Men Primeira Classe é um filme maravilhoso, e sinceramente ganhou de Thor, você sai do cinema com uma excitação e uma sensação de quero mais, e tomara que ele tenha continuação.

Corra para o cinema mais próximo e assista X-Men Primeira Classe.

Trailer:


Nota:




sexta-feira, 15 de abril de 2011

Em Cartaz: Pânico 4

Sinopse: Sidney Prescott (Neve Campbell) está de volta a sua cidade natal, Woodsboro, onde sobreviveu a uma série de terríveis assassinatos. Uma vez lá, ela reencontra o xerife Dewey (David Arquette) e a jornalista Gale (Courteney Cox), agora casados, e também a prima Jill (Emma Roberts). Mas enquanto a cidade comemorava o aniversário dos crimes, novos assassinatos começam a acontecer e o retorno de Ghostface, o assassino da máscara, parece ser uma nova realidade para a cidade que novamente entra em pânico.
Fonte: Adoro Cinema

Ficha Técnica
Título Original: Scream 4
Direção: Wes Craven
Roteiro: Kevin Williamson
Gênero: Terror
Duração: 110 minutos
Elenco: Neve Campbell, David Arquette, Courteney Cox, Emma Roberts, Hayden Panettiere, Adam Brody, Rory Culkin, Marley Shelton, Erik Knudsen, Nico Tortorella, entre outros.
Distribuidora: Dimension Films; Imagem Filmes.

Depois de tantos anos sem filmes de terror no estilo da franquia de "Pânico", "Eu sei o que vocês fizeram no verão passado" e "Lenda Urbana", eu já estava sentindo falta de filmes nesse estilo, mas tinha medo das possíveis continuações. Contudo, Pânico 4 não me decepcionou.

Fui ao cinema esperando levar muitos sustos e dar boas gargalhadas, e eis que foi o que aconteceu. Wes Craven soube construir uma continuação que, ao mesmo tempo em que desenvolve a estória, também brinca e ridiculariza a própria franquia.

Em algumas cenas do filme parece até que estamos vendo "Todo Mundo Em Pânico"!! Pode-se dizer que o filme está mais para um suspense-comédia-sátira do que para terror em si.

Os momentos de suspense incluem, além daquelas cenas de filmes de terror bem clichês (que são altamente previsíveis, mas que ainda assim dão bons sustos, quando não risos...rsrsrsrs), novos parâmetros, novas regras. Constantemente somos lembrados no filme que as regras do assassino mudaram, ele usa as originais ao mesmo tempo que as reinventa, contudo, como bem lembra a nossa heroína, Sidney: "Não f** com o original"!!

Além disso, Pânico 4 está recheado de referências aos filmes de terror...criticando e satirizando, inclusive, as refilmagens de grandes clássicos que não terminaram tão bem!!

Adicione a tudo isso, ainda, a visão bastante clara e crítica que Wes Craven trouxe da juventude atual, como tudo está conectado através da internet, supervalorizando a necessidade de ser visto e amado, de possuir uma imagem que todos conheçam e adorem...a internet é a bola de vez para aqueles que almejam a fama!

Não deixando de fora um dos aspectos principais do filme, posso dizer que o assassino do filme me surpreendeu...um verdadeiro psicopata, mas com uma motivação não muito original!

Assim, se você é fã da franquia não pode perder! Fica a dica!

Trailer:

sábado, 2 de abril de 2011

Dica de Filme: Cantando na Chuva










 


Título original: (Singin'in the Rain)
Lançamento: 1952 (EUA)
Direção: Gene Kelly, Stanley Donen
Atores: Gene Kelly, Donald O'Connor, Debbie Reynolds, Jean Hagen, Rita Moreno
Duração: 118 min
Gênero: Musical




Sinopse: Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.

Hoje vou falar de um dos meus gêneros de filme favoritos: Musicais.

Nada melhor do que começar com o melhor musical de todos os tempos: Cantando na Chuva.


Eu lembro a primeira vez que assisti Cantando na Chuva, eu não fazia idéia do que esperar ou do que a história tratava, a única coisa que conhecia era a paródia da cena na qual Gene Kelly canta Singin'in the Rain feita por Bolaños em Chapolin que todo mundo já viu. Mas o filme me surpreendeu por se tratar de uma coisa importante para a história do cinema, a transição do cinema mudo para os 'Talkies' ou filmes falados. 

O filme é épico em todos os momentos e muito engraçado também, com as ótimas cenas de Jean Hagen, como Lina Lamont, e sua voz estridente. E o trio de protagonistas é muito bom - a começar por Gene Kelly, grande ator/dançarino/diretor que foi um dos melhores atores da época dos musicais, além de ser muito lindo - e os estreantes na época Donald O'Connor e Debbie Reynolds.

As músicas desse filme também são marcantes, a começar por Singin'in the Rain e a clássica cena na qual Gene Kelly canta, dança e se molha na chuva; Saliente-se que, segundo os registros da época, ele estava com quarenta graus de febre durante gravação. Claro, não posso deixar de fora as cenas de Maken' Laugh e Good Morning, que tem as melhores partes de dança.

A trilha sonora inesquecível de Nacio Herb Brown e do gênio da MGM na época, Arthur Freed, faz desse filme incrível ainda mais mágico e te faz cantarolar as canções a toda hora.

Cantando na chuva é até hoje um dos filmes mais lembrados quando falamos de musicais, tendo várias referências como no filme Laranja Mecânica, no filme o Profissional e mais recente no seriado Glee, no qual foi refeita a cena de Maken' Laugh e também um mash-up entre Singin'in the Rain e Umbrella, ambos muito bons.


Trailer:



Nota:

Dedico essa resenha para minha irmã Vitória que, quando veio passar férias comigo, ficou viciada no filme, assim como eu, e assitimos juntas várias vezes.

Bom sábado. =D

segunda-feira, 28 de março de 2011

Em Cartaz: Sucker Punch - Mundo Surreal

Sinopse: Feche os olhos. Abra sua mente. Você não estará preparado. Sucker Punch é uma fantasia épica de ação que nos leva à imaginação fértil de uma jovem garota, cujos sonhos lhes garantem a única saída para sua realidade obscura. Sem as amarras dos limites de tempo e espaço, ela está livre para onde sua mente a levar, e suas incríveis aventuras obscurecem as linhas que separam o que é real e o que é imaginário. Ela foi internada contra a sua vontade em um sanatório, mas Babydoll (Emily Browning) não perdeu sua vontade de sobreviver. Determinada a lutar por sua liberdade, ela encoraja quatro outras jovens garotas - a sincera Rockett (Jane Malone), a habilidosa Blondie (Vanessa Hudgens), a intensamente leal Amber (Jamie Chung) e a relutante Sweet Pea (Abbie Cornish) - a se aliarem para tentar escapar de seus terríveis destinos nas mãos dos seus captores, Blue (Oscar Isaac), Madam Gorski (Carla Gugino) e o High Roller (Jon Hamm).

Ficha Técnica:
Título Original: Sucker Punch
Direção: Zack Snider
Gênero: Ação
Duração: 110 minutos
Elenco: Emily Browning; Jane Malone; Vanessa Hudgens; Jamie Chung; Abbie Cornish; Oscar Isaac; Carla Gugino; Jon Hamm; etc.
Distribuidora: Warner Bros.

Surreal! Eis a palavra perfeita para descrever esse filme! Nele, tudo é possível...então, se você não é fã de filmes de ficção onde a fantasia e o impossível rolam soltos é melhor fugir!

Mas, se você é como eu e acredita que não há nada melhor que um filme bem fantasioso, com muita ação e ótimos efeitos visuais...não deixem de conferir Sucker Punch!

Nesta ficção, criada a partir de um esboço de Zack Snider, a realidade não tem espaço, é o lugar de onde a protagonista, Babydoll, foge desesperadamente, fechando-se na sua mente em busca de refúgio e força para fazer aquilo que é preciso para conseguir sua liberdade.

E nós somos levados junto com ela, e suas companheiras e colegas de prisão, nessa jornada dentro de sua mente, na qual ela precisa enfrentar os terríveis monstros que a assombram na vida real, mas que ganham uma roupagem completamente diferente e surreal em seus sonhos na forma de zumbis, dragões, orc's, robôs e etc.!

E em cada missão, em cada passo da jornada em busca da sua liberdade também somos impulsionados a relembrar de outras obras cinematográficas, cujas referências estão claras no filme e são um prato cheio para os cinéfilos! Tudo isso acompanhado de uma trilha sonora nada mais, nada menos do que perfeita!

Não posso afirmar que o filme é perfeito, maravilhoso ou algo do gênero, pois ele não é! É um filme de pura fantasia, com muitas partes loucas e sem sentido, cheio de ação e de cenas que com certeza vão lembrá-los muitos dos jogos de videogame!!

Sem contar que é um filme feito principalmente para o público masculino, se você olhar pelo ponto de vista de que, além das altas doses de ação, os personagens principais são mulheres jovens e bonitas que passam boa parte do filme - com diz uma amiga minha - "sensualizando"! =p

Mas também pode ser um filme feminino se você considerar que o "girl power" é o que rege a estória! As cinco amigas e companheiras de internamento não possuem nada de mocinhas frágeis!! Elas vão atrás do que querem até o fim, sem importar os sacrifícios e as perdas ao longo do caminho. \o/

Dentre as atuações, preciso destacar o principal vilão da estória, Blue, interpretado por Oscar Isaac. Não quero soltar spoilers, por isso não vou entrar em detalhes, mas ele encarnou a maldade e a loucura no ápice dramático do filme! E dentro o grupo das internas, as que mais me surpreenderam foram as irmãs, Sweet Pea, interpretada por Abbie Cornish, e Rockett, por Jane Malone! Quanto a Babydoll (Emily Browning)...essa não me convenceu mesmo. Tá certo que ela tinha que se parecer como uma boneca, mas as caras e bocas dela durante o filme (que na verdade é apenas uma) me faziam morrer de rir!! O.o

Enfim, se você é fã de filmes de fantasia não pode perder!! Mas se não...corra pro outro lado, pois em Sucker Punch a realidade não chega nem perto.

"When Reality is a prison, your mind can set you free..."

Trailer:

sábado, 19 de março de 2011

Dica de Filme: Pecados íntimos

 





Título original: (Little Children)
Lançamento: 2006 (EUA);
Direção:
Todd Field
Atores: Kate Winslet, Patrick Wilson, Jennifer Connelly, Jackie Earle Haley
Duração: 130 min;
Gênero: Drama;
Sinopse: Pecados Íntimos relata a história de dois casais, recentemente casados, que vivem na mesma comunidade e cujas vidas se vão interligar de maneiras muito perigosas. 



Pecados íntimos é um drama centrado em dois personagens principais: Sarah (Kate Winslet), uma mãe que vive em conflito com ela mesma e que descobre que seu marido, Richard (Gregg Edelman), é viciado em pornografia; Brad (Patrick Wilson) é um pai desempregado que cuida do filho enquanto sua mulher, Kathy (Jennifer Connelly), trabalha e que vive sob pressão para passar no exame de advogados - tipo a OAB dos Estados Unidos -. Os dois acabam se aproximando no parque onde levam seus filhos para brincar, e a amizade acaba se tornando um caso.

A história se passa em uma pacata cidade que vive com receio, pois o pedófilo Ronnie (Jackie Earle Haley) foi liberado cadeia e agora vive na vizinhança e alguns pais se sentem ameaçados pela presença dele. No entanto, a mãe dele, May (Phyllis Somerville), é a única que o defende e luta para que ele seja um bom garoto, mas as ameaças de um ex-policial acabam deixando Ronnie em uma situação complicada.

O filme tem um tema atual, adultos que as vezes não sabem lidar com frustações ou com as responsabilidades da vida de casado ou de pais. Como acontece com a personagem da Kate Winslet, que não se encontra sendo mãe de Lucy, e de Brad, que ainda se sente um adolescente. Mas o que mais apaixona em Pecados Íntimos é o quão denso e pertubador pode ser isso para alguem. O final do filme me deixou pertubada e com medo, mas também me fez chorar. A cena final entre Sarah e sua filha Lucy é realmente incrível.

O filme tem excelentes atuações, principalmente a de Kate Winslet, ela simplesmente arrasa na atuação, é a melhor da carreira dela com certeza, e acredito que quando ela ganhou o Oscar em 2009 pelo o filme O Leitor levaram em conta a atuação dela em Pecados íntimos na hora do voto. Ela concorreu ao Oscar de melhor atriz em 2006, mas perdeu para Hellen Mirren. 

Patrick Wilson e Jennifer Connelly também possuem ótimas atuações nesse filme, e principalmente Patrick, que se firmou como um dos melhores atores da atualidade. Ademais, esse filme tem uma atuação que ressuscitou a carreira de um ator, Jackie Earle Haley simplesmente te deixa atordoada em Pecados Íntimos. Com uma justíssima indicação de Melhor Ator Coadjuvante, ele deu vida a um personagem complexo e doente, que te deixa muitas vezes com nojo, mas no final vemos o quão frágil é aquele homem. Não posso esquecer das crianças que interpretam Lucy (Sadie Goldstein) e Aaron (Ty Simpkins), filhos de Sarah e Brad, são muito fofas e atuam muito bem.

O roteiro de Pecados Íntimos é baseado no livro Best-Seller Little Children de Tom Perrotta, que foi publicado no Brasil como Criancinhas. Que titulo horrível e nada a ver.

A direção é de Todd Field, que também fez o roteiro do filme.

Um drama excepcional que você não pode deixar de conferir.


Nota:



domingo, 13 de março de 2011

Em cartaz: Bruna Surfistinha

Olá, pessoas! Hoje a crítica é de um dos filmes mais aguardados do semestre: Bruna Surfistinha. Vamos à sinopse: Raquel (Deborah Secco) era uma jovem da classe média paulistana que tinha uma relação difícil com a família e não se enturmava muito com o pessoal do colégio. Um dia ela tomou a decisão de fugir de casa e virar garota de programa para nunca mais depender financeiramente de ninguém. Virou então a Bruna Surfistinha e foi subindo na “carreira”, ganhando destaque (e clientes) ao contar suas aventuras profissionais num blog. Porém, a riqueza inicialmente pretendida foi ficando cada vez mais longe por causa do envolvimento com drogas e dos gastos desenfreados que vão levando-a a derrocada.

Esse filme foi baseado no livro “O doce veneno do escorpião”, escrito pela própria Raquel Pacheco, conta com a direção de Marcus Baldini, roteiro de Antonia Pelegrinno, Homero Olivetto e José Carvalho, e, além de Deborah Secco no papel principal, tem no elenco Drica Moraes, Cássio Gabus Mendes, Fabíula Nascimento, Cristina Lago e Guta Ruiz, dentre outros.

Bem, antes de qualquer coisa, tenho que deixar registrados os meus parabéns à Deborah Secco. Realmente esse foi o papel da sua vida. Ela conseguiu construir a personagem e transmitir com clareza ao espectador a mudança de adolescente de classe média à prostituta deslumbrada e depois drogada decadente. Deborah mostrou porque é uma atriz respeitada e com certeza é o destaque desta película. Aliás, todos os atores coadjuvantes também estão muito bons. A protagonista teve um ótimo elenco de apoio e acho que isso contribuiu para abrilhantar anda mais sua atuação.

Outro destaque é a trilha sonora. Marcada pela ótima escolha de músicas, a trilha consegue acompanhar aquilo que está sendo passado na tela, desde solidão e tristeza até alegria frenética. A música ‘fake plastic trees’ do Radiohead caiu como uma luva. Valeu à pena deixarem a banda assistir ao filme antes de todo mundo para conseguir incluí-la na trilha.

Entretanto, “Bruna Susfistinha” não é um bom filme. A história não é bem amarrada, deixa algumas tramas infindas ou mal explicadas e algumas seqüências são meio forçadas. O diretor dá claros sinais de inexperiência em longas-metragens, pois se demora em determinados detalhes sem precisão e enche o filme com cenas inúteis. Só no finalzinho (quando ela está prestes a ter a overdose) ele dá sinais de melhora, mas aí já se passaram quase 2h de filme, cujo final mesmo é bem decepcionante.

Pelo que li de comentários sobre o filme, ele não tem muita coisa a ver com o que Pacheco escreveu em “O doce veneno do escorpião”. Então, não seria um filme baseado, mas sim, inspirado na história da Bruna Surfistinha. Infelizmente, não li o livro pra contestar essa informação. Quem leu, por favor, escreva nos comentários sua impressão.

Bem, pessoal, é isso. O filme não é nada demais. Como disse, o destaque é a atuação de Deborah Secco. Mas não posso negar que ele é totalmente despido de preconceitos sobre prostitutas – o filme foi conduzido de forma imparcial e tenho que dar esse ponto ao diretor. No fim, é um “leve” entretenimento para adultos (as cenas de sexo e uso de drogas não são nada implícitas).

Para ver o trailer clique aqui.

Bom domingo para todos!

sábado, 12 de março de 2011

Livro x Filme : Dan Brown

Hoje no Livro versus Filme vou falar das duas adaptações para o cinema feitas das obras do escritor Dan Brown, muito polêmico por abordar temas que envolvem a Igreja Católica,vou falar de O Código DaVinci e Anjos e Demônios.

O Código DaVinci


O Livro

Eu li O Código DaVinci assim que ele lançou no Brasil e eu simplesmente não conseguia parar de ler, a narrativa é muito dinâmica e as vezes faltava fôlego para acompanhar o livro.
O livro começa com o assassinato do curador do Museu do Louvre em Paris, e sua neta Sophie tem que achar o Porfessor Robert Langdon, grande estudioso da simbologia, para desvendar as pistas que seu avô tinha deixado antes de morrer, e a medida que a narrativa vai se aprofundando eles descobrem pistas sobre a verdade entre Maria Madalena e Jesus e o envolvimento da igreja católica e da fraternidade do Opus Dei.




O Filme



Muita gente detesta o filme O Código DaVinci e eu sinceramente não sei o porque, o filme segue bem o livro, apesar de deixar alguns detalhes de fora e continua com o aspecto dinâmico do livro.
A coisa que mais gosto desse filme é o elenco, principalmente por Tom Hanks como Robert Langdon, e amo a Audrey Tautou nossa eterna Amelie Poulin como Sophie. Além, claro, de Jean Reno que faz o investigador Bezu Fache, que, segundo o Dan Brown, ele escreveu o personagem para ele; Sir Ian McKellen que faz o Leigh Teabing; Paul Bettany como Silas; e por fim Alfred Molina como o Bispo Aringarosa.
A direção ficou a cargo de Ron Howard, que fez um bom trabalho,apesar de algumas falhas.

Gosto da adaptação do livro para o cinema e acho que apesar de sentir falta de algumas partes, para mim a magia do livro continuou no filme.

Adaptação:


Anjos e Demônios

O Livro

Eu li Anjos e Demônios recentemente, graças a Grazy que me deu o livro =D, e demorei bastante para engatar a leitura, até porque o começo desse livro é muito parecido com o de O Código DaVinci e achei meio exagerado usar a mesma fórmula duas vezes.
Mas o cenário dessa vez é o Vaticano, que vive a ameaça de ser destruído em meio ao Conclave, a escolha do novo Papa, além de envolver o assassinato de Cardeais e quem estaria por trás era a fraternidade dos Illuminatti.
Sou sincera em dizer que não gostei muito do livro até mais da metade, mas no final você tem uma reviravolta, o que compensa tudo de chato que tem no livro.
Ainda prefiro o Código DaVinci, acho que Anjos e Demônios muito irregular.

O Filme


Muitas das pessoas que acharam O Código DaVinci, o filme, ruim acharam Anjos e Demônios muito bom, e eu sinto muito em discordar novamente e dizer que simplesmente detestei o filme Anjos e Demônios.
Primeiro porque a história foi dilacerada, cortaram toda a trama principal que envolvia Vittoria Vetra e o Hassasin, e focaram tudo nos Illuminatti, e o pior, cortaram todo o final e tiraram a parte mais legal do livro que explica tudo o que acontece na história, além de tirarem dois personagens importantes que aparecem no livro.
Tirando o Tom Hanks eu detestei o elenco, apesar de ter Ewan Mcgregor amo detestei o personagem dele e também detestei a atriz que fez a Vittoria, eu preferiria que fosse Monica Bellucci.
A direção foi novamente de Ron Howard que dessa vez não errou tanto mas mesmo assim não salvou o filme.


Detestei a adaptação de Anjos e Demônios para o cinema, perdeu a essência do livro e isso pra mim foi o que matou a história toda.

Adaptação:

Bom sábado para vocês.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Em Cartaz: Jogo de Poder (Fair Game)

Sinopse: Baseado nas memórias de Valerie Plame, uma agente da CIA que teve sua carreira destruída. Valerie foi a responsável por conduzir a investigação sobre a existência de armas de destruição em massa no Iraque, para justificar a invasão americana ao país. Após seu marido, o diplomata Joe Wilson, escrever um editorial para o The New York Times, sua vida e de seus contatos é colocada em extremo perigo.

Ficha Técnica:
Direção: Doug Liman;
Roteiro: Jez Butterworth e John Henry Butterworth;
Duração: 104 minutos;
Gênero: Drama;
Elenco:Naomi Watts, Sean Penn, Ty Burrell, Bruce McGill, David Andrews, etc.
Distribuidora: Summit Entertainment (EUA) / Paris Filmes (Brasil).

Baseado na estoria real da antiga agente secreta da CIA Valerie Plame Wilson, Jogo de Poder mostra a trajetória desta dentro da agência da central de inteligência americana, a partir do seu ingresso numa força tarefa especial que investigava a possível existência de armas de destruição em massa no Iraque, em abril de 2001, até o seu depoimento, em março de 2007, perante o Comitê que investigou as razões do vazamento de sua verdadeira identidade para a mídia americana.

Para aqueles que acompanharam de longe o ocorrido à época (a notícia percorreu todos os jornais ao redor do mundo, inclusive aqui no Brasil), finalmente é possível ter uma visão clara de tudo o que ocorreu naquela ocasião, segundo o ponto de vista de Valerie e de seu marido Joseph Wilson, é importante ressaltar.

Este é o tipo de filme que agrada aqueles que adoram um drama envolvendo conspiração (que é o meu caso), aliado a uma boa dose de jogos políticos, os quais resultam numa degradação da imagem do governo Bush, principalmente no que concerne a guerra contra o Iraque.

Mas não esperem algo cheio de ação, pois o foco do filme é o drama pelo qual Valerie e sua família passaram, bem como os aspectos políticos do escândalo que foi a divulgação da verdadeira identidade daquela.

Ainda sobre o filme em si, as atuações de Naomi Watts, Sean Penn e David Andrews deram um ar de realidade ainda maior ao filme com suas ótimas interpretações!

Para os curiosos de plantão (como eu), ou mesmo para quem quiser se aprofundar no ocorrido, vocês podem visualizar o depoimento completo de Valerie no youtube, em quatro partes: parte 1 ; parte 2 ; parte 3 ; parte 4. E o próprio site americano do filme contém muito material da época, desde artigos de jornais a vídeos, para conferir, basta clicar AQUI.

Trailer:



Bom filme! =D

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Em Cartaz: Burlesque

Olá, queridos leitores! Hoje a crítica é sobre o novo filme da diva-mor Cher: Burlesque. No cartaz tem escrito ”É preciso uma lenda para criar uma estrela”, frase que resume bem esta tão aguardada película

"Burlesque" gira em torno de Ali (Christina Aguilera), uma garota do interior ciente do tamanho do talento que possui e que resolve ir para Los Angeles em busca de uma vida melhor. Ali chegando encontra uma boate burlesca e se encanta. Então, decide “se convidar” para trabalhar lá, inicialmente como garçonete, mas aproveita uma chance e consegue o tão sonhado emprego de dançarina da boate, cuja dona é ninguém menos que Tess (Cher), uma cantora veterana apaixonada pela arte burlesca e por sua boate. O clube está passando por graves problemas financeiros e Tess vê em Ali uma chance de fugir da falência e passa, então, a investir no talento dela, transformando-a na nova estrela do show.

O filme conta ainda com as participações de Eric Dane (Mark “McSteamy” Sloan, de Grey’s Anatomy), Kristen Bell (Veronica Mars, de V.Mars), Peter Gallagher (Sandy Cohen, de The O.C.), Cam Gigandet (Kevin Volchok, de The O.C.; James, de Crepúsculo) – tem muito ator de série nesse filme! -, Alan Cumming (Pee Wee Herman) e Stanley Tucci.

Esse filme foi anunciado como a estréia de Aguilera como atriz e a volta de Cher aos cinemas. Por ser ambientado num ambiente burlesco, pensei que seria uma coisa mais adulta, mais espetacular, mais performática, contudo, no fim, a primeira coisa que pensei foi “Chris deveria continuar cantando e Cher deveria ter escolhido melhor sua reestréia”. Daí me lembrei de olhar a faixa etária que lhe foi atribuída: 12 anos. Estava explicado: ele foi feito para ser um filme família.

Olhando sob esse prisma, “Burlesque” é um bom filme para aquilo que ele se propõe, ou seja, entreter. Realmente é um ótimo entretenimento. As apresentações das meninas na boate foram muito bem feitas, com ótimas coreografias e todas muito bem executadas, além de termos a certeza de que as vozes de Christina e Cher nunca decepcionam - e realmente não decepcionaram. O problema está no roteiro e nas interpretações.

Acho que Cher se viu no meio de várias pessoas inexperientes e não se esforçou muito – quem já viu outros filmes com ela sabe que ela pode fazer melhor. Além disso, ela não recebeu o destaque que deveria durante o filme. Ela só fez duas míseras apresentações! Excelentes apresentações, mas só foram duas! Fiquei com a sensação que a diva serviu mais de escada que de protagonista, infelizmente.

E outra: Stanley Tucci estava fazendo o mesmo personagem que fez em "O Diabo veste Prada". Assistente/amigo gay da chefa que ajuda a novata a melhorar seu desempenho e sair da obscuridade. Eu estava vendo a hora alguém errar e chamar ele de Nigel. Juro! (Ah, o nome dele em Burlesque é Sean). Também fiquei com a sensação de que ele não rendeu o que poderia render.

O roteiro está focado na personagem de Christina Aguilera, que como atriz é uma extraordinária cantora. Não me entendam mal. Ela não foi tão ruim para a primeira vez – foi até melhor que muita gente por aí (vide Britney Spears em Crossroads. Melhor, NÃO vejam.). É que é notável que ela se sente mais à vontade nos palcos do que na tela. Aliás, quem vê Aguilera em sua atual figura se surpreende com suas performances - parecia a jovem e magrinha pop star do início da carreira. Quando sobe no palco do clube pra cantar, ela brilha de uma forma hipnotizante, tanto que você fica o filme todo torcendo para que ela pare de falar e cante! E o melhor de tudo é que esse estilo de música cai muito bem no seu tom e estilo de cantar (ela já tinha experimentado algo parecido quando lançou o ótimo single CandyMan - não sei porque ela agora inventou de imitar Lady Gaga no atual disco Bionic.... Tá. Momento fã acabou. ;p)

Ah, vale aqui uma observação: Burlesque NÃO é um musical. É apenas um filme com apresentações musicais. Seria até melhor que fosse um musical – os talentos das protagonistas seriam bem melhor aproveitados -, mas infelizmente não o é. Não entendi porque o classificaram assim, mas está mais para drama que para musical. Enfim, voltando à crítica.

A história central realmente é bem clichê – e não se nota nenhuma tentativa de fugir dele. Quem assistiu a Show Bar (com Tyra Banks e Piper Perabo) vai sentir uma leve, digo, pesada semelhança. A novidade é o tema burlesco, que agora já não é mais tão novidade assim, né? Se esse filme tivesse sido lançado há três ou quatro anos, aí sim! E esse foi um erro de timming imperdoável, já que o diretor/roteirista Steven Antin é IRMÃO de Robin Antin, simplesmente a dona das Pussycat Dolls, trupe de dançarinas que popularizou o estilo burlesco e que fez grande sucesso com músicas pop sensuais e teve milhares de discos vendidos ao redor do mundo – isso tudo quatro anos atrás. Não conhece as Pussycats? Clique aqui e veja a música que as fez estourar (Don’t Cha) e aqui pra ver a participação que elas fizeram no filme As Panteras Detonando.

Apesar dos pesares, como disse antes, é um ótimo entretenimento. O erro foi meu de ter ido assisti-lo com uma expectativa equivocada. Com certeza você vai sair do cinema rindo, leve e com vontade de aprender a dançar. No final das contas vale a pena assistir sim. Para ver o trailer clique aqui.

É isso, pessoal. Bom domingo!!

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